WTR - serra do mar

A Prova

WTR Serra do Mar é uma prova de Trail Running, de percurso circular, com início e fim no mesmo local e que será realizada no dia 27 de novembro de 2021 na região de Araras, Petrópolis-RJ, mais precisamente na região do Vale das Videiras.

Modalidades

A Prova contará com as seguintes Modalidades: 

  • WTR 60km
  • WTR Sky Marathon 32k Pedra do Cuca
  • WTR 16km
  • WTR 8km
Ultra Trail Eventos

Jaraguá do Sul é um município que se assemelha muito aos vilarejos europeus e podemos até citar nossa vizinha Argentina onde as vilas estão aos pés da montanha.

Dificilmente no Brasil se tem locais com tamanha proximidade além de que, as montanhas em questão, Morro do Boa Vista e arredores são montanhas de relevos propícios com a altimetria e trilhas técnicas.

Data: 30/01/2021

 

Salomon Sense Slab 8

Avaliamos o novo tênis Salomon Slab sense 8 SG (soft Ground) e o que significa “soft ground”?

É a designação para o qual o tênis foi desenvolvido, em tradução literal seria “terreno macio” em tradução livre seria “terreno elamaçado ou com charcos. Os cravos são mais altos e também tem drenos na biqueira para que toda a água que entrar saia facilmente.

A maior novidade é a meia embutida no cabedal – a qual substitui as polainas “anti-detrito”.

Testamos nos mais diversos pisos, com pedras secas, molhadas, charcos, lama, tudo em trilha “single track” para que pudéssemos avaliar ao máximo.

Mas o que a marca francesa diz sobre este tênis?

Desenvolvida pelos principais atletas, o icônico SLab Sense 8 SG da Salomon, apresenta um amortecimento mais suave na parte frontal do pé e um novo sistema “anti-detrito”. Oferece a mesma sensação de solo, precisão, apoio para os pés, o calçado agora é ainda mais leve, com garras mais profundas que a versão “Hard Ground” para ancorá-lo em terrenos macios e molhados.

Pesando apenas 205g, o calçado é minimalista, mantendo todas as características chave como filtro de solo e o apoio preciso.

Biqueira e arco rígido acrescentam uma camada extra de proteção, enquanto o amortecimento mais macio sob a frente do pé aumenta o conforto.

Com meia de malha elástica integrada diretamente na parte superior mantém os resíduos fora, enquanto as aberturas facilitam a evacuação da água.

Nota-se que o tênis realmente foi desenvolvido para terrenos úmidos e se manter muito leve.

Um fator que ajuda muito nos treinos é provas é que ele não tem costuras no cabedal, diminuindo muito a possibilidade de bolhas.

Os drenos na biqueira foi muito bem pensado, ajuda a água sair e seu pé não fica nadando lá dentro quando atravessar um rio ou estiver correndo na chuva, por exemplo.

A entressola é feita com a tecnologia “Energycell” que ao mesmo tempo que ela proporciona conforto na pisada, ela te devolve em impulsão pra frente e sem perder a característica do tênis de sentir o solo.

Na estrutura notamos nitidamente os traços “SenseFit”, que você percebe uma espécie de espuminha dos dois lados e também uma estrutura na língua do tênis que o mantém intacto.

A amarração é muito conhecido e fantástico, o “Quick Lace” que você aperta ou afrouxa muito fácil e acaba com aquela velha história de tênis desamarrado.

No teste que fizemos foi interessante que a meia elástica não deixou entrar detritos, pedras nem nada, foi uma boa experiência e ela não incomoda em nada o tornozelo, parece realmente uma meia.

Em nosso teste o Slab Sense 8 SG se saiu muito bem em quase todos os tipos de terrenos, e este “quase” se deve a um fator clássico, em pedra molhada ele escorregou – e até levei um baita tombo, vale conferir no vídeo do review que fizemos – mas não há tênis no mundo que não escorregue em pedra molhada, então já sabe, redobre a atenção neste tipo de terreno.

Com apenas 4mm de drop este modelo faz jus ao minimalismo, são 19,5mm no calcanhar e na parte frontal são 15,5mm.

Conclusão:

Um tênis muito leve, apenas 205g, com ótimo grip em todo tipo de terreno, especialmente terrenos com lama e charco, ótimo e muito bem pensado sistema de drenagem, não possui palmilha, o que contribui muito para a leveza do tênis, sistema “sense fit” que proporciona a sensação de vestir uma meia e garante estabilidade e segurança nas passadas. Drop de apenas 4mm, meia elástica anti-detrito, conforto e responsividade sem perder a sensação de solo.

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Regulamento Super Copa Trail

A “Super Copa Trail” da Revista Trail Running será realizada em território Nacional nas modalidades Assessoria/Treinador, Grupos de Atletas, Equipe de Performance e Individual. As disputas serão definidas por livre competição com ranking Nacional e Regional, adulto e juvenil, tanto para atletas do sexo masculino quanto feminino.

1.Rankings:

Art. 1º: Haverá somente um ranking para todas as distâncias, onde a disputa seguirá as seguintes regras:

Parágrafo 1. Haverão três rankings nacionais, por equipes, assessorias e individual, sendo que o individual se dividirá em Adulto e Juvenil e em cada um serão premiados atletas masculinos e femininos.

Parágrafo 2. Os Rankings Nacionais serão os principais e deles serão extraídos os todos os outros resultados de ranking.

Parágrafo 3. Haverão, ainda, os rankings Regionais, por equipes, assessorias e individual, sendo que o individual se dividirá em Adulto e Juvenil e em cada um serão premiados atletas masculinos e femininos.

Parágrafo 4. As equipes, assessorias e atletas individuais poderão se cadastrar na Super Copa Trail a qualquer tempo, sendo certo que sua pontuação, bem como sua classificação no ranking somente será válida após o pagamento da taxa anual de filiação pertinente dos atletas.

Parágrafo 5. Os atletas deverão efetuar o pagamento da taxa até o último dia do mês de JUNHO de 2021 para que seus resultados anteriores ao pagamento sejam validados, após esta data, os atletas que efetuarem o pagamento somente terão os resultados válidos e aplicados no ranking a partir da data do pagamento da taxa.

1.1 Ranking – Assessorias e treinadores

Art. 2º: Toda assessoria e treinadores poderão se habilitar para a Super Copa Trail preenchendo o formulário constante no site da Revista Trail Running (https://www.rtrailrunning.com.br/cadastro-assessorias/).

Parágrafo 1. Qualquer Assessoria/treinador poderá se cadastrar desde que tenha no mínimo 2 atletas habilitados no site da Revista Trail Running. As Assessoria/treinador não terão limite de atletas.

Parágrafo 2. Todo atleta, para se habilitar na Super Copa Trail Trail, deverá se cadastrar e pagar a taxa anual de filiação, ou se tornar assinante da Revista Trail Running.

Parágrafo 3. Toda equipe habilitada formalmente na Super Copa Trail terá um cupom¹ exclusivo para que seus atletas possam se tornar ASSINANTES da Revista Trail Running.

Parágrafo 4. Os atletas somente poderão correr por uma Assessoria/treinador durante o ano, sendo que a janela para mudança de Assessoria/treinador se dará entre os dias 16/12 a 16/01 de cada ano.

Parágrafo 5. O atleta que sair de uma Assessoria/treinador no decorrer do ano desfalcará sua Assessoria/treinador e não poderá somar pontos para uma nova Assessoria/treinador, seus resultados e pontos somente valerão para a premiação individual, equipe de performance e/ou para seu e para sua Assessoria/treinador caso permaneça nele.

Nota 1: O cupom somente será válido para nova ASSINATURA, não será válido para o atleta que quiser pagar somente a taxa anual de filiação.

Art. 3º: A classificação do Ranking por Assessoria/treinador NACIONAL será obtida através da pontuação dos atletas de cada Assessoria/treinador (masculino/feminino) independente da distância, ressalvado o peso de cada faixa de distância.

Art. 4º: A classificação do Ranking por Assessoria/treinador REGIONAL será obtida através da pontuação dos atletas de cada Assessoria/treinador (masculino/feminino) independente da distância, ressalvado o peso de cada faixa de distância.

Parágrafo único: Sendo certo que as Assessoria/treinador poderão competir e somar pontos em provas em todas as regiões do Brasil, entretanto, o ranking Regional será somente entre Assessoria/treinador da região específica.

Ex. Assessoria/treinador da Região Norte competem no ranking da Região Norte, enquanto Assessoria/treinador da Região Sudeste competem com Assessorias/treinadores da Região Sudeste.

Art. 5º: Serão premiadas as 10 (dez) melhores Assessoria/treinador do Ranking Nacional.

Art. 6º Serão premiadas 3 (três) Assessoria/treinador do Ranking Regional.

OBS. Será disponibilizado VIRTUALMENTE as 10 (dez) melhores Assessorias/Treinadores de cada Estado, entretanto, não haverá premiação local.

1.2 Ranking – Grupos de Atletas

Art. 7º: Todo Grupo de Atleta poderá se habilitar para a Super Copa Trail preenchendo o formulário constante no site da Revista Trail Running (www.rtrailrunning.com.br).

Parágrafo 1. Qualquer Grupo de Atleta poderá se cadastrar desde que tenha no mínimo 2 atletas habilitados no site da Revista Trail Running. Os Grupos de Atletas não terão limite de atletas.

Parágrafo 2. Todo atleta, para se habilitar na Super Copa Trail Trail, deverá se cadastrar e pagar a taxa anual de filiação, ou se tornar assinante da Revista Trail Running.

Parágrafo 3. Todo Grupo de Atleta habilitado formalmente na Super Copa Trail terá um cupom¹ exclusivo para que seus atletas possam se tornar ASSINANTES da Revista Trail Running.

Parágrafo 4. Os atletas somente poderão correr por um “Grupo de Atleta” durante o ano, sendo que a janela para mudança de Equipe se dará entre os dias 16/12 a 16/01 de cada ano.

Parágrafo 5. O atleta que sair de um Grupo de Atleta no decorrer do ano desfalcará seu Grupo de Atleta e não poderá somar pontos para uma novo Grupo de Atleta, seus resultados e pontos somente valerão para a premiação individual, equipe de performance e/ou para sua Assessoria/treinador caso permaneça nela.

Nota 1: O cupom somente será válido para nova ASSINATURA, não será válido para o atleta que quiser pagar somente a taxa anual de filiação.

Nota 2: O atleta somente precisará pagar a taxa de filiação uma única vez para participar de todos os rankings da Super Copa, exceto o ranking exclusivo para assinantes da Revista Trail Running.

Art. 8º: A classificação do Ranking por Grupo de Atleta NACIONAL será obtida através da pontuação dos atletas de cada Grupo de Atleta (masculino/feminino) independente da distância, ressalvado o peso de cada faixa de distância.

Art. 9º: A classificação do Ranking por Grupo de Atleta REGIONAL será obtida através da pontuação dos atletas de cada Grupo de Atleta (masculino/feminino) independente da distância, ressalvado o peso de cada faixa de distância.

Parágrafo único: Sendo certo que os Grupos de Atletas poderão competir e somar pontos em provas em todas as regiões do Brasil, entretanto, o ranking Regional será somente entre Grupos de Atletas da região específica.

Ex. Grupos de Atletas da Região Norte competem no ranking da Região Norte, enquanto Grupos de Atletas da Região Sudeste competem com Grupos de Atletas da Região Sudeste.

Art. 10º: Serão premiados os 10 (dez) melhores Grupos de Atletas do Ranking Nacional.

Art. 11º Serão premiados os 3 (três) Grupos de Atleta do Ranking Regional.

OBS. Será disponibilizado VIRTUALMENTE os 10 (dez) melhores Grupos de Atletas de cada Estado, entretanto, não haverá premiação local.

1.3 Ranking – Equipes Performance

Art. 12º: Toda equipe poderá se habilitar para a Super Copa Trail preenchendo o formulário constante no site da Revista Trail Running (https://www.rtrailrunning.com.br/cadastro-equipes/).

Parágrafo 1. Qualquer Equipe poderá se cadastrar desde que tenha no mínimo 2 atletas habilitados no site da Revista Trail Running.

As Equipes terão limite máximo de 10 atletas, entre homens e mulheres.

Parágrafo 2. Todo atleta, para se habilitar na Super Copa Trail Trail, deverá se cadastrar e pagar a taxa anual de filiação, ou se tornar assinante da Revista Trail Running.

Parágrafo 3. Toda equipe habilitada formalmente na Super Copa Trail terá um cupom¹ exclusivo para que seus atletas possam se tornar ASSINANTES da Revista Trail Running.

Parágrafo 4. Os atletas somente poderão correr por uma Equipe durante o ano, sendo que a janela para mudança de Equipe se dará entre os dias 16/12 a 6/01 de cada ano.

Parágrafo 5. O atleta que sair de uma Equipe no decorrer do ano desfalcará sua equipe e não poderá somar pontos para uma nova Equipe, seus resultados e pontos somente valerão para a premiação individual e para sua Assessoria/treinador caso permaneça nela.

Nota 1: O cupom somente será válido para nova ASSINATURA, não será válido para o atleta que quiser pagar somente a taxa anual de filiação.

Nota 2: O atleta somente precisará pagar a taxa de filiação uma única vez para participar de todos os rankings da Super Copa, exceto o ranking exclusivo para assinantes da Revista Trail Running.

Art. 13º: A classificação do Ranking por equipes NACIONAL será obtida através da pontuação dos atletas de cada Equipe (masculino/feminino) independente da distância, ressalvado o peso de cada faixa de distância.

Art. 14º: A classificação do Ranking por Equipe REGIONAL será obtida através da pontuação dos atletas de cada equipe (masculino/feminino) independente da distância, ressalvado o peso de cada faixa de distância.

Parágrafo único: Sendo certo que as Equipes poderão competir e somar pontos em provas em todas as regiões do Brasil, entretanto, o ranking Regional será somente entre Equipes da região específica.

Ex. Equipes da Região Norte competem no ranking da Região Norte, enquanto Equipes da Região Sudeste competem com Equipes da Região Sudeste.

Art. 15º: Serão premiadas as 5 (cinco) melhores Equipes do Ranking Nacional.

Art. 16º Será premiada 1 (uma) Equipe do Ranking Regional.

OBS. Será disponibilizado VIRTUALMENTE as 10 (cinco) melhores Equipes de Performance de cada Estado, entretanto, não haverá premiação local.

1.4 Ranking EXCLUSIVO ASSINANTES DA REVISTA TRAIL RUNNING

Art. 17º: Haverá um ranking exclusivo para assinantes da Revista Trail Running com premiação dos 10 melhores atletas masculinos e femininos a nível nacional e dos 5 melhores atletas masculinos e femininos em cada região do Brasil.

Parágrafo 1. Para participar do Ranking EXCLUSIVO DE ASSINANTES DA REVISTA TRAIL RUNNING Os atletas deverão efetuar o pagamento da ASSINATURA até o último dia do mês de JUNHO de 2021 para que seus resultados anteriores ao pagamento sejam validados, após esta data, os atletas que efetuarem o pagamento somente terão os resultados válidos e aplicados no ranking a partir da data do pagamento da taxa.

1.5 Ranking – Individual

Art. 18º: Todo atleta para se habilitar na Super Copa Trail deverá se cadastrar e pagar a taxa anual de filiação, ou se tornar assinante da Revista Trail Running.

Parágrafo único: Pessoas que já sejam assinantes da Revista Trail Running, antes do lançamento da Super Copa Trail estarão, automaticamente, habilitas para as disputas, entretanto, caso a pessoa queira integrar alguma assessoria/treinador, Grupo de Atleta ou Equipe de Performance, ela deverá entrar em contato com a Revista Trail Running pelo email ([email protected]) e solicitar a inclusão da assessoria/treinador, Grupo de Atleta e Equipe de Performance em seu cadastro.

Art. 19º: A classificação do Ranking individual NACIONAL será obtida através da pontuação nas provas da Super Copa independente da distância, ressalvado o peso de cada faixa de distância.

Art. 20º: A classificação do Ranking individual REGIONAL será obtida através da pontuação nas provas da Super Copa, independente da distância, ressalvado o peso de cada faixa de distância.

Art. 21º: A classificação será dividida por sexo, masculino e feminino.

Art. 22º: Serão premiados os 10 melhores atletas Nacionais masculinos e femininos.

Art. 23º: Serão premiados os 5 (cinco) melhores atletas de cada região do Brasil (masc/fem).

OBS. Será disponibilizado VIRTUALMENTE os 10 (dez) melhores Atletas (masc/fem) de cada Estado, entretanto, não haverá premiação local.

Parágrafo 1: Serão premiados, ainda, os 3 melhores atletas masculinos e femininos de cada categoria de idade no Ranking Nacional.

Parágrafo 2: CATEGORIAS DE IDADE

  • 1- Menores de 23 anos (juvenil) – Categoria à parte;
  • 2- 24 a 35 anos;
  • 3- 36 a 45 anos;
  • 4- 46 a 55 anos;
  • 5- 56 a 65 anos;
  • 6- acima de 65 anos.

Art. 24º: Haverá premiação dos 3 melhores atletas de cada Região do Brasil masculino e feminino.

Art. 25º: Haverá classificação específica para atletas juvenis.

Parágrafo único. Considera-se juvenil o atleta masculino e feminino menor de 23 anos até a data da última competição da Super Copa.

Art. 26º: Serão premiados os 5 primeiros atletas juvenis Nacionais masculinos e femininos.

Art. 27º Haverá premiação do melhor atleta juvenil de cada Região do Brasil masculino e feminino.

OBS. Será disponibilizado VIRTUALMENTE os 5 (cinco) melhores Atletas Juvenis de cada Estado, entretanto, não haverá premiação local.

2. Competições duplas, trios e quartetos.

Art. 28º: As competições que tiverem disputas com duplas ou mais pessoas, estes pontuaram para suas assessorias e equipes normalmente desde que os atletas participantes sejam da mesma equipe ou assessoria. Caso os atletas sejam de equipes ou assessorias diferentes, não serão creditados pontos para nenhuma das assessorias ou equipes.

Art. 29º: Os atletas que competirem em duplas ou maior número de atletas pontuarão normalmente no ranking individual, desde que TODOS tenham feito o percurso inteiro, caso seja em revesamento, os atletas pontuarão com o peso das faixas de distâncias correspondente a distância executada.

3.Pontuação e pesos das faixas de distâncias.

3.1. Pontuação:

Art. 30º: O Super Copa Trail “by” Revista Trail Running distribuirá pontos para todos atletas FINISHERS em todas as provas da Super Copa (masc/fem) como segue:

1º = 50 pontos;
2º = 45 pontos;
3º = 40 pontos;
4º = 35 pontos;
5º = 30 pontos;
6º = 25 pontos;
7º = 20 pontos;
8º = 18 pontos;
9º = 16 pontos;
10º = 14 pontos;
11º = 12 pontos;
12º = 10 pontos;
13º = 8 pontos;
14º = 7 pontos;
15º = 6 pontos;
16º = 5 pontos;
17º = 4 pontos;
18º = 3 pontos;
19 = 2 pontos;
20º em diante = 1 ponto.

3.2 Pesos por faixas de distâncias.

Art. 31º: As distâncias das provas terão diferentes pesos para cada faixa de distâncias.

Parágrafo 1: O intuito em adotarmos o sistema de pesos é pelo fato de um atleta que corre distâncias menores ter condições de participar de um número de provas muito maior que um atleta que corre uma distância mais larga como 100km ou 160km. Enquanto um atleta de 10km ou 21km poderia correr praticamente todo fim de semana, um atleta que corre uma prova de 160km correrá no máximo 4 provas no ano.

Art. 32º: Os pontos conquistados por cada atleta em sua classificação serão multiplicados pelo valor do peso de sua faixa de distância e este será o valor que constará em todos os rankings, seja por equipes ou individual.

    • Até 21km – peso 1;
    • Entre 22km até 49km – peso 2;
    • Entre 50km até 99km – peso 3;
    • Acima de 100km – peso 4.

Parágrafo 1: Não será considerado para efeito de “peso por faixa de distância” o quilômetro/esforço – que é o cálculo feito entre a relação distância e ganho/perda de altimetria.

Parágrafo 2: A distância a ser considerada para efeito e aplicação dos “pesos por faixa de distância” será o divulgado oficialmente pela organização da prova, sendo descartado qualquer prova em contrário oferecida por um ou mais atletas, mesmo que por associações, grupos de atletas ou assessorias esportivas.

4. Organizadores e eventos da Super Copa 2021

Art. 33º: Os eventos participantes da Super Copa Trail serão aqueles realizados por organizadores registrados previamente e que obedeçam a seleção em qualidade organizacional, percursos e estrutura.

Art. 34º: Fazem parte da Super Copa Trail as seguintes organizações: (SUJEITO A MUDANÇAS)

  • Ultra do Céu
  • KTR (Kailash Trail Run)
  • La Misión Brasil
  • WTR (Serra do Mar e Arraial do Cabo)
  • Camelbak Mountain Race
  • Indomit (Mantiqueira, Pedra do Baú, Serra da Mantiqueira)
  • XC Run (Búzios e Itaipava)
  • Desafio das Serras (Brasil, Ultra)
  • Circuito das Serras
  • UT Eventos (Jaraguá SkyMarathon, Extreme Winter, Odisseia Ultra e Rota das Águas)
  • Ultramaratona dos Perdidos
  • Xtreme Run Gramado
  • Evolution
  • Pedra grande Ultra Trail
  • Mountain Do (Costão do Santinho, Lagoa da Conceição, Fernando de Noronha)
  • Run Brasil Ride
  • Insanity (Mestre Álvaro, Buenos Aires, Polenta Off Road, Venda Nova)
  • Mons Ultra Trail
  • Ladeiras da Penha
  • Xterra Brasil (Estrada Real, Costa Verde e Búzios)
  • UltraMacho (Senta a Púa, Vale das Águas, Águas do Cerrado, Toroari e Rondonópolis)
  • Desafio das Serras Off Road (Monte das Gameleiras, Bananeiras, Bonito e Fernando de Noronha)
  • Desafio Serra dos Matões
  • To Goal (Circuito trilha e praia (4 etapas), Desafio espírito do guerreiro da selva, Viva+ Trail Run e Ultra Trail Amazônica)
  • Desafio Delta do Parnaíba
  • Desafio Raiz Tapera
  • Beach Run
  • Gantuá (Gantuá e Ultra Trail Chapada Diamantina)
  • Forrest Run
  • Desafio Serra da Bodoquena
  • Bocaina Park Trail
  • Horizontes SkyRace

Art. 35º: As datas e regulamentos são de encargo de cada evento.

Art. 36º: Assinantes da Revista Trail Running têm descontos exclusivos em todas etapas de quaisquer eventos acima citados, basta, para tanto, requisitar seu cupom no site da própria Revista Trail Running no endereço (www.rtrailrunning.com.br/eventos).

5.Do Vale Dourado.

Art. 37: Haverão 3 (três eventos) com o “Vale Dourado”:

1º: O evento “Ultra do Céu” será o evento de abertura da Super Copa Trail e os vencedores (masculino e feminino) das modalidades 80 e 50km conquistarão o Vale Dourado para a “Final da Super Copa Trail” no evento “Cambotas Marathon” a se realizar no fim do ano, em data a ser anunciada oportunamente.

2º: Os vencedores (masculino e feminino) das modalidades 80 e 45km da “Ultramaratona dos Perdidos” conquistarão o Vale Dourado para a “Final da Super Copa Trail” no evento “Cambotas Marathon” a se realizar no fim do ano, em data a ser anunciada oportunamente.

3º: Os vencedores (masculino e feminino) das modalidades 105, 85 e 55km da “Mons Ultra Trail” conquistarão o Vale Dourado para a “Final da Super Copa Trail” no evento “Cambotas Marathon” a se realizar no fim do ano, em data a ser anunciada oportunamente.

6. Cambotas Marathon

Art. 38: O Evento Cambotas Marathon será realizado na cidade de Barão dos Cocais, em Minas Gerais, em data a ser definida. Trata-se de um percurso único de 42km com características de Montanha, o terreno por ser muito técnico e por ter uma relação distância/ganho de elevação muito acentuado se apresentará como uma chave de ouro da Super Copa Trail.

Parágrafo único: Para os atletas juvenis haverá o percurso de 21km onde somente estes poderão competir.

6.1 Como participar

Art. 39. As 25 melhores Assessorias/Treinadores da Super Copa Trail estarão classificadas e cada Assessorias/Treinadores terá direito a inscrever 3 (três) atletas masculinos e 3 (três) atletas femininos, desde que tenham participado do campeonato brasileiro e não tenham corrido por outra Assessorias/Treinadores no ano vigente.

Art. 40. Os 25 melhores Grupos de Atletas da Super Copa Trail estarão classificadas e cada Grupo de Atleta terá direito a inscrever 3 (três) atletas masculinos e 3 (três) atletas femininos, desde que tenham participado do campeonato brasileiro e não tenham corrido por outro Grupo de Atleta no ano vigente.

Art 41. As 25 melhores Equipes de Performance da Super Copa Trail estarão classificadas e cada Equipe terá direito a inscrever 2 (dois) atletas masculinos e 2 (dois) atletas femininos, desde que tenham participado do campeonato brasileiro e não tenham corrido por outra Equipe no ano vigente.

Parágrafo único: Não será necessário que os atletas sejam os maiores pontuantes da Assessorias/Treinadores ou Equipes, eles poderão ser selecionados de acordo com os critérios de cada Assessoria/treinador ou Equipe.

Art. 42. Com o intuito de ampliar a participação de atletas juvenis, será admitida a inscrição e participação de atletas que não tenham participado da Super Copa Trail.

Art. 43. O atleta juvenil que se classificar no ranking adulto poderá abrir mão de participar da prova juvenil e competir na prova adulto desde que seja maior de idade no sentido legal. Esta decisão deverá ser comunicada a organização com no mínimo 30 dias de antecedência.

Art. 44. Os 50 primeiros atletas da classificação geral (masculino e feminino) terão vaga garantida na final na Cambotas Marathon em Barão dos Cocais.

Parágrafo único: Caso algum atleta da lista dos 50 primeiros já tenham sua vaga no evento por conta de sua Assessoria/Treinador, Grupo de Atleta ou equipe o ter escalado, serão chamados os próximos da classificação até que se completem as vagas.

Art. 45. Os 10 primeiros atletas (ASSINANTES DA REVISTA) da classificação geral (masculino e feminino) terão vaga garantida na final na Cambotas Marathon em Barão dos Cocais.

Parágrafo único: Caso algum atleta (ASSINANTES DA REVISTA) da lista dos 10 primeiros já tenham sua vaga no evento por conta de qualquer outra escalação, serão chamados os próximos da classificação até que se completem as vagas.

Art. 46. Serão reservadas 50 vagas para atletas de elite (masculino e feminino) independente de participação no Ranking.

Parágrafo único: Considera-se atleta de elite os atletas com os seguintes pontos ITRA:

    • Masculino: 700 pts
    • Feminino: 600 pts

Art. 47. Atletas, comprovadamente, residentes nas cidades do entorno da Serra de Cambotas como, Catas Altas, Barão de Cocais e Santa Bárbara, terão até 20 (vinte) vagas na Cambotas Marathon.

Parágrafo único: caso tenha mais de 20 intenções de participação, haverá sorteio das vagas.

A eleição de melhores do ano da RTR Awards será feita em paralelo e a premiação realizada no mesmo evento de premiação da Super Copa Trail.

 

A Insanity Mestre Álvaro e a Buenos Aires fazem parte do Circuito Brasileiro de Skyrunning e dispensam apresentação, estando entre as provas mais duras de todo o Brasil!

A etapa do Mestre Álvaro, que é realizada no município de Serra – ES, está marcada para os dias 03 e 04 de abril e, até o momento, está confirmada.

Com um percurso principal de pouco mais de 30 km e 3.000m de ganho de elevação, a prova figura entre as mais duras do Brasil, com o recorde de 5h03″21, de Chico Santos. Ele é uma das seletivas para o mundial de Skyrunning e, além do Trail Running, tem as modalidades Mountain bike Cross Country Marathon, Cross Duathlon, Corrida kids e Caminhada Guiada (travessia).

O Mestre Álvaro é considerado uma das maiores elevações litorâneas (planalto) da costa brasileira e abriga uma das últimas áreas de Mata Atlântica de altitude do Espírito Santo. É um maciço costeiro que possui formato semicircular em planta, estruturado em um corpo de rocha intrusiva granítica com cerca de 833 metros de altitude no Estado do Espírito Santo.

Tem-se uma vista panorâmica de toda a Região Metropolitana de Vitória e região de montanhas, e de lá avista-se os municípios de Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, Santa Leopoldina, Fundão, Viana, e parte de Domingos Martins, além de uma bela vista do oceano Atlântico.

O Mestre Álvaro é um maciço granítico que, devido à sua altura e posição, tem servido à navegação marítima há séculos. Ele é citado em documentos cartográficos do século XVI. Possui um bosque rico em fauna e flora nativas e algumas cavernas.

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Faça o download gratuito do guia da Super Copa Trail clicando aqui.

Confira o Regulamento completo da Super Copa clicando aqui.

Confira, abaixo, como foi a edição 2019:

Uma reflexão sobre a repercussão da pandemia de coronavírus e do isolamento social nos treinos e o futuro das competições esportivas de Trail Running.
Por Sinara Piassi


Confinados, não imaginávamos a proporção que o isolamento poderia tomar e as restrições impostas à prática esportiva. As sociedades médicas ligadas ao esporte reforçam a necessidade de fazer exercício tomando todas as cautelas que a situação ainda pede diante da segunda onda.

Se para as pessoas que corriam duas ou três vezes por semana o cenário ficou complicado, imagine para os atletas profissionais. Pegos de surpresa com a paralisação dos treinos, muitos foram compulsororiamente colocados na geladeira, isolados e sem prazo para voltar à ativa.

Atletas tiveram rotinas alteradas, com impactos na alimentação, no acompanhamento, na forma e no desempenho físico. Isso sem falar nas repercussões no trabalho, com redução salarial, perda de patrocinadores e a ausência de competições.

Há uma preocupação ainda maior com o risco de lesões após tanto tempo sem treino e condicionamento. Por isso não devemos focar somente nessas pré-temporadas, mas numa temporada pós-Covid, onde estaremos mentalmente mais treinados para que possa haver uma adaptação gradual e o retorno das competições.

Opinião do Treinador

Segundo o treinador, atleta e profissional de educação física, Raphael Bonatto, este momento está sendo o maior desafio do ano de 2020:

Manter os alunos motivados sem ter uma meta específica é um grande desafio. 2021 será um cenário de incertezas, grandes competições no mundo todo dificilmente serão realizadas se não estivermos com a vacina.

Bonatto juntamente a equipe Go On Outdoor, estão promovendo Camps de treinamento. Eles acreditam e apoiam os desafios pessoais e competições virtuais, para seus alunos se manterem ativos, psicologicamente bem e focados nos treinos.

Visão do atleta

A atleta de grande destaque Ana Paula Silveira, já estava de passagens compradas para o Mundial de Skyrunning para qual foi convocada a disputar em 2020, porém diante do momento, teve que se reinventar e procurar novas rotas:

Eu tive que rever todos os meus planos, minha vida profissional mudou totalmente, eu passei a trabalhar todas as noites nos meses mais críticos, eu deixei de fazer meus treinos na montanha e fui pro asfalto, pois tivemos muitas trilhas fechadas aqui no Rio. Eu tive que me reinventar totalmente, descobrir treinos indoor, e estou buscando evoluir nos meus pontos fracos, descobri a bike como uma alternativa de aumentar o volume semanal sem muito impacto e sem sair de casa, disse.

Ana esteve presente na prova Camelbak Race, e observou que o maior desafio na retomada das provas tem sido o medo. “Os atletas terão que acreditar nas medidas de segurança, vamos acreditar. Manter o foco, escolher bem as provas e aguardar a vacina.”

A atleta Linabel Iramaia Pimentel, ex atleta da Seleção Brasileira Juvenil de Skyrunnning 2019 , relatou que a maior batalha foi continuar com os treinos sem provas alvo e o quanto foi importante uma assessoria para ajudar a estar motivada sempre:

No início foi difícil ver minha prova alvo ser cancelada. Eu tive que aprender a gostar de treinar mesmo sem competir. Meus treinadores me ajudaram a segurar essa barra até que eu percebi que gostava do desconforto e da dor do treino e segui de cabeça firme, pensando em uma futuro melhor. Tive que adaptar toda a minha casa para manter meus treinos online e manter uma outra disciplina. Eu fui fazendo desafios e testes durante esse tempo, melhorei os pontos onde estava com dificuldades e sigo acreditando na volta das competições, relatou.

É preciso nos reinventar

Milhares de corredores já estavam inscritos em muitas provas, que foram entretanto adiadas ou anuladas. É uma situação frustrante, depois de terem sido criadas grandes expetativas para esta ou aquela prova. Mas nas atuais circunstâncias, há valores mais importantes na vida. É preciso reinventar-nos, seja no treino, competindo com nós mesmos, criar novos desafios.

Cada um está vivendo de uma maneira única o seu confinamento – uns mais facilmente, outros com mais dificuldade. Mas saberemos ultrapassar esta fase negativa ocasionada pela pandemia e voltar a ver sorrisos sem máscaras.

As corridas fazem parte das nossas vidas e, como estamos acostumados a superar metas e desafios, este problema será mais um a ser ultrapassado.

VK Catas Altas

Uma prova desafiadora com adversidades e percurso extremamente técnico
Por Sinara Piassi


Horizontes Skyrace, o primeiro VK do Brasil teve a sua estreia no último domingo, 25 de outubro de 2020, no aconchegante município de Catas Altas aos pés de sua imponente montanha de beleza única: Serra do Caraça, localizada a sudeste de Minas Gerais.

A prova

Seguindo protocolos de segurança, com briefing técnico antecedendo a prova, a competição contou com aproximadamente 30 atletas previamente selecionados e já experientes. Com largadas individuais a competição teve uma distância estipulada em 4,4km com 1039m de desnível positivo, onde os atletas tinham como ponto final o cume do Pico Horizontes, com altitude de 1768m.
A chuva que deu início a semana da prova não deu trégua e a largada teve início as 06:30 am, com os atletas em escala curricular de velocidade mais baixa largando primeiro como previsto na regra da modalidade . A subida sinuosa e íngreme até o pico contou com travessias em córregos e cachoeiras com grande volume e força das águas da chuva, pequenos trechos de singletrack em meio a floresta úmida, lamaçal, samambaias cortantes e terreno extremamente escorregadio. Com vento forte e  temperaturas baixas, os últimos 700m até o cume contavam com cordas de segurança, água e staff. Todos os atletas atingiram o cume com segurança finalizando a prova.

O VK (Vertical Kilometer®)
Quilómetro Vertical (Vertical Kilometer®) é uma disciplina da modalidade de Skyrunning, que consiste na ascensão de 1000 metros com uma inclinação significativa e que não ultrapassa os 5 km de extensão linear. O Quilômetro Vertical está dividido em três níveis de altitude (variação de ± 200 metros), a saber, dos 0- 1000 m, 1000-2000 e 2000 a 3000 metros, com 5% de tolerância.

A organização
A Horizontes Skyrace contou com uma grande união de colaboradores e voluntários que foram peças fundamentais para realização desse marco no esporte outdoor: EcoAventuras Esportes, Marcos Lamego, Valmir Lana e a Revista Trail Running. Com apoio da Assetur Caraça e patrocinadores ( Pousada Terra Mineira, Mel Santa Bárbara, Pousada Jardim dos Elefantes).

RESULTADO FINAL

Feminino
Linabel Iramaia 1h19min
Sinara Piassi 1h24min
Cal Nogueira 1h35min
Masculino
Pedro Esteves 54min
Alexandre Santiago 56min
Luis Nei Resende 58min


COM A PALAVRA OS CAMPEÕES
Pedro Esteves
"A primeira edição da Horizontes Skyrace reuniu elementos de grande dificuldade, exigindo dos atletas pré-selecionados extremo esforço e atenção, orientados pela organização impecável. Foi uma honra dividir esse marco do Trail Run nacional com todos os homens e mulheres que também fizeram parte desse desafio.
Ser campeão da primeira prova de quilômetro vertical do Brasil é motivo de muito orgulho, ainda é difícil saber qual o tamanho dessa conquista, mas certamente o tempo vai dizer, já que essa modalidade vem ganhando força pelo mundo afora. Fizemos história!".

Linabel Iramaia

“Após sete meses com apenas o volume de treinos o 1º VK Horizontes Sky Race foi como um presente. Recebido com grande alegria por poder correr em um dia nublado e chuvoso, subindo mais de 1000m de altitude com muitos obstáculos, o tornando mais desafiador. Chegar no Pico dos Horizontes foi uma mega explosão dos melhores sentimentos que o Skyrunning poderia me oferecer, foi recheado de muita adrenalina. “

Vídeo por: Raphael Lopes


Opnião dos idealizadores

Marcos Lamego

“Há 20 anos residindo em Catas Altas, aos pés do Pico dos Horizontes, fui abençoado por poder admirar esta majestosa Serra do Caraça todos os dias, o que me fez indagar: Por que várias crianças que nascem nas praias viram surfistas e poucas que nascem nas montanhas viram montanhistas? Portanto para incentivar uma ocupação e utilização da montanha de forma ordenada e com respeito iniciamos através da Terra Mineira Eventos a valorização dos esportes de Montanha como vetor deste trabalho. Em 2019 fomos os pioneiros a preparar uma prova de Trail Run para a cidade, a 1ª Corrida de Montanha de Catas Altas - EcoAventuras. Dando continuidade neste programa, iniciamos o ano de 2020 realizando a 2ª edição do evento e fomos além com a produção do 1º Km Vertical do Brasil, o Horizontes Skyrace.
Confirmando a vocação natural da charmosa Catas Altas, o pequeno município Mineiro está também sendo carinhosamente chamado de Capital Brasileira dos Esportes de Montanha, consolidando como o destino no Brasil para quem busca qualidade de vida através da prática de atividades esportivas como a Escalada, Montanhismo, Canionismo, Trekking, Trail Run, Mountain Bike, Highline, dentre outros.”

Valmir Lana

“ Descobrir o VK em Catas Altas foi um grande momento para o cenário do trail nacional, principalmente para o cenário Skyrunning, que é uma modalidade muito desenvolvida na Europa.   Catas Altas apresenta montanhas magníficas e imponentes, que é a Serra do Caraça. Tinhamos dificuldade em encontrar uma montanha que tivesse grande nível de dificuldade e alto ganho de elevação em tão pouca quilometragem. Eu como representante do Skyrunning no Brasil, dei a ideia ao Marcos Lamego para qe pudesse organizar o KV. Não ajudei na organização da prova em si mas contribuí com todo o tipo de informação sobre a modalidade desconhecida. Nas divulgações pela Revista Trail Running, consegui atingir grandes atletas do trail no Brasil e leva-los para competição. Foi um evento teste e muito complicado devido as grandes chuvas nos três dias que antecederam a prova. Devido ao clima instável, os staffs não conseguiram atingir o cume e prova foi marcada até o km 4,4 com o ganho menor de elevação, porém homologada como o primeiro VK do Brasil. A realização de uma prova com esse nível de dificuldade, fomenta, e trás uma novidade dentro do cenário trail, sendo como uma nova opção que incentivará mais atletas a participarem. Espero que em breve surjam mais Kms Verticais  Brasil afora. Sonho um dia quem sabe criar um circuito de Km Vertical no Brasil. Buscar, inovar e criar novos atletas de novas modalidades e fazer o trail crescer, passa por essas ações. Demos um passo muito importante e quero parabenizar o organizador Marcos Lamego, por ter tido peito de realizar algo que ele nunca tinha feito antes.   Parabenizo também os staffs que pernoitaram na montanha e os atletas que foram muito corajosos de encarar o grau de dificuldade dessa prova.”

Por Valmir Lana
Foto por: Emanuel Galafassi

No ano de 2018 foi realizado o primeiro Circuito brasileiro Skyrunning e os melhores atletas das modalidades SkyRace, SkyMarathon e UltraSkyMarathon tiveram a oportunidade de vestir a camisa e representar a seleção brasileira de Skyrunning!

O evento foi sediado em Tijucas do Sul, no Paraná e o evento escolhido foi a famosa e temida Ultramaratona dos Perdidos.

Os antes 100km se transformaram em 80km e os 45km clássicos foram disputados por 5 países, Brasil, Peru, Chile, Equador e Bolívia!

O campeonato continental tem a característica de ser uma prova aberta, onde os atletas das seleções competem de igual pra igual com todos os atletas em uma só largada e vença o melhor, em outras palavras, o campeão sul-americano de Skyrunning pode ser um atleta que não faz parte de nenhuma seleção!

O Brasil, donos da casa, estava com a maior delegação e com grandes nomes do cenário nacional, o clima era de grande festa desde os primeiros momentos do evento e com grandes disputas, notava-se o grande empenho de todos os atletas, o esforço, comprometimento e alegria em estar ali!

Fizemos nosso dever de casa e vencemos no masculino e no feminino nas duas modalidades do campeonato com Cleverson Del Secchi (Fantasma) vencendo os 80km seguido de Wellington Noronha e do atleta do Peru Luís Andrés Oliveira, no feminino Maria Lucia Zanetti venceu seguida de Elizabete Prado e Cal Nogueira.

Rogério Silvestrin venceu a SkyMarathon e com quebra do antigo recorde da prova seguido por Chico Santos e José Virgínio de Morais, Letícia Saltori teve uma grande batalha com a Peruana Marylin Enriquez mas acabou vencendo com a atleta do Peru em segundo e Jasiele Tagliari em terceiro lugar.

Nas outras duas distâncias 25km e 13km não foram diferente, disputas e muita garra de todos atletas, que a pesar de não fazerem parte do campeonato sul-americano de Skyrunning, houveram atletas da seleção que também haviam se classificado na modalidade SkyRace.

Nos 25km o atleta Rodrigo Neves fez uma grande prova e venceu de ponta-a-ponta seguido por Eloi de Souza e Wilton do Nascimento, já no feminino Lucia Magalhães fez uma prova consistente e garantiu a primeira colocação numa disputa com grandes nomes do cenário, Ana Paula Silveira ficou com a segunda colocação, seguida de Elisa Lamego.

O jovem Caio Lima, atleta da seleção brasileira juvenil de Skyrunning venceu os 13km seguido por Genir dos Santos e Luís Eduardo de Oliveira, já no feminino a atleta Ana Karlla de Oliveira foi a campeã seguida por Aline Trevizan e Márcia dos Santos.

Um grande sucesso e com imenso prazer é orgulho de todos os atletas que ali estiveram competindo e dando o seu melhor.

Parabéns aos organizadores, staffs, amigos, voluntários que fizeram um grande trabalho.

Gratidão à Mantle, empresa que se dispôs a apoiar a seleção com o uniforme, o qual ficou lindo e com qualidade máxima.

Em 2020 teremos o mundial de Skyrunning e o circuito Nacional Series está a todo vapor, a próxima prova será no próximo mês com a La Misión Brasil em Passa Quatro.

Nos vemos lá!

Perdidos

Nos dias 12 e 13 de julho, as montanhas paranaenses da região de Tijucas do Sul receberam a tradicional Ultramaratona dos Perdidos, que, neste ano, valeu como a primeira edição do Campeonato Sul Americano de Skyrunning, reunindo 530 atletas de seis seleções: Brasil, Chile, Colômbia, Peru, Bolívia e Venezuela.

A competição foi disputada nas modalidades Sky (45 km e 2.900m+) e Ultra (80 km e 4.100m+) e teve a hegemonia dos atletas brasileiros, que se tornaram os primeiros campeões de Skyrunning da América do Sul. Na modalidade Ultra, os campeões, no masculino e feminino, foram Cleverson del Secchi, com o tempo de 10h09’59” e Maria Lúcia Zanetti, que concluiu em 12h46’54”.  Já na modalidade Sky, Rogério Silvestrin bateu seu próprio recorde por quase 12 minutos e foi o campeão, com o tempo de 04h49’49” e, no feminino, Letícia Saltori foi a campeã, com 06h09’30”.

Confira o pódio completo de cada modalidade do Sul Americano:

80 km – Masculino

1 – Cleverson del Secchi – Brasil – 10h09’59”

2 – Wellington Noronha – Brasil – 10h24’42”

3 – Luis Andrés Scollo – Peru – 10h59’37”

80 km – Feminino

1 – Maria Lúcia Zanetti – Brasil – 12h46’54”.

2 – Elizabete Dias do Prado – Brasil – 13h18’08”

3 – Claudia Nogueira – Brasil – 13h47’45”

45 km – Masculino

1 – Rogério Silvestrin – Brasil – 04h49’49”

2 – Chico Santos – Brasil – 05h12’12”

3 – José Virgínio de Morais – Brasil – 05h29’57”

45 km – Feminino

1 – Letícia Saltori – Brasil – 06h09’30”.

2 – Marylin Enriquez Jurado – Peru – 06h18’17”

3 – Jasieli Dalla Rosa – Brasil – 06h28’49”

De acordo com Ricardo Tourinho Beraldi, coordenador da prova, a competição atendeu às expectativas da organização. “Foi uma experiência muito boa poder ter sediado esse evento, pois tivemos que nos doar ainda mais para que o campeonato não fosse comprometido por falhas internas e externas, o que nos deu ainda mais know how”.

Segundo ele, a inclusão da prova como campeonato continental, sendo a primeira edição Sul Americana, representa um grande fortalecimento para o trail running, em especial o Skyrunning. “É motivador para os atletas e sempre ajuda a elevar o nível, inclusive dos eventos organizados”.

O campeonato continental é realizado de dois em dois anos, intercalado com o mundial da modalidade. Segundo Tourinho, o Brasil poderá sediar novamente o Sul Americano, mas a modalidade precisa atingir os outros países também que merecem este crescimento. “Nossa missão é fazer este intercâmbio com nossos atletas; correndo em outros países conhecemos novas culturas, experiências, terrenos e climas, o que, no final, vai sempre acumular para aquela experiência que o atleta precisa para adquirir sempre mais habilidade”, destaca.

O sucesso dessa primeira edição do Sul Americano foi tão grande, que gerou grande repercussão na mídia internacional especializada. “Isso foi incrível! Mas temos que agradecer a ISF Brasil, que fez um trabalho muito bom e conseguiu dar a notoriedade. Tivemos muitos fatores que, juntos, deram toda esta visibilidade”.

Um desses fatores, segundo o organizador, foi a boa vontade da equipe da ISF Internacional, que estava empolgada com o Continental, pois, para eles, era muito importante o Skyrunning saindo do âmbito europeu. Ele também citou a Revista Trail Running, que deu ótimo suporte, do engajamento de todos os atletas, não só das seleções que, por meio das mídias sociais, deram muita visibilidade positiva ao evento e muitos outros fatores. “E isso foi um passo importante. Esperamos colher frutos lá na frente”.

Apesar de ser uma competição continental, a presença de outros países foi relativamente baixa. Tourinho atribui a situação a alguns fatores. Segundo ele, uma das metas da organização era dar alojamento para as seleções com as refeições completas, no entanto, o Exército Brasileiro, a Polícia Militar e todos os outros lugares negaram apoio nesse sentido. “Isso foi um grande problema e a organização não tinha como bancar esse cenário ideal. Os países vizinhos da América do Sul também não estão em uma situação financeira boa, então não ter esses benefícios certamente fez com que muitos não viessem. Mas o fato é que, mesmo não sendo de uma seleção, o Continental era em disputa aberta entre todos os inscritos e aí sim senti falta de mais gente de fora, da Argentina principalmente, onde temos uma das grandes potências da América do Sul”.

Quando acreditamos fielmente que somos bons no que fazemos, que temos pessoas comprometidas e atletas que confiam em nosso trabalho, fica muito mais prazeroso.

Os bastidores são compartilhados por poucos, mas de extrema competência e que sabem resolver problemas com muita estratégia. Orgulho em ter feito história com o primeiro campeonato continental de Skyrunning da América do Sul e por ter proporcionado disputas de alto nível, em um percurso que, em minha opinião, é o melhor percurso de CORRIDA EM MONTANHA que temos. Ali tem muito planejamento, esforço, dedicação e conhecimento, além de um engajamento com a comunidade em trilhas espetaculares. Foi ÉPICO!

 

Ricardo Tourinho Beraldi – Organizador da Ultramaratona dos Perdidos

Mestre Álvaro

Os dias 20 e 21 de abril de 2019 marcaram mais uma edição de uma das provas mais duras, senão a mais dura do Brasil. A Insanity Mountain Mestre Álvaro, que integra a Skyrunner® National Series Brazil, reuniu atletas de alto nível para escalar o famoso Mestre Álvaro, considerado uma das maiores elevações litorâneas da costa brasileira, com 833 metros de altitude, localizado no município de Serra, Espírito Santo.

De acordo com Ryan Rangel, um dos organizadores da competição, o Mestre Álvaro possui características únicas. Além de apresentar essa elevação, abriga uma das últimas áreas de Mata Atlântica de altitude do Espírito Santo e uma boa parte da área está, atualmente, coberta por pastagens, e a vegetação nativa, ainda que alterada, está restrita às áreas pouco acessíveis. “O difícil acesso é mais complexo ainda, porque não existe estrada, não são permitidas motos e outros veículos e, mesmo a pé e/ou com tração animal, quando chove, existem pontos impraticáveis, ou seja, a logística é altamente complicada e exige sempre muito estudo e planejamento da organização”, destaca.

Apaixonado pela montanha, o diretor técnico da prova, Emílio Sant’Ana, reforça o Mestre Álvaro como uma preciosidade, um verdadeiro patrimônio natural. “É um dos símbolos paisagísticos da Grande Vitória, tanto que o novo aeroporto ganhou uma janela/moldura com a montanha em destaque. Dar a conhecer que existe vida, pesquisa, preservação, turismo e, pasmem, esporte naquele ícone é um ganho enorme no conjunto do patrimônio cultural capixaba”.

Com sua larga vivência e experiência com as montanhas, Emílio destaca o potencial que elas oferecem para diversas atividades. “No Brasil, temos pouca cultura de montanha, focamos mais nas praias. Utilizar nossas montanhas como palcos esportivos ajuda a chamar a atenção para um estilo de vida alternativo, despojado, orgânico em relação às nossas origens, que, por vezes, se combina com a noção esportiva que já adquirimos, uma noção urbana. Também há a questão específica das nossas trilhas, que são patrimônios históricos e culturais, que precisam ser encaradas como supra-propriedades e precisam ser preservadas. Tudo isso torna-se assunto de discussão e conscientização quando eventos são realizados nas nossas montanhas”, conclui.

O Mestre Álvaro e o Skyrunning

Ryan Rangel explica que, quando a Insanity nasceu, era unanimidade a busca por fazer uma prova com padrões internacionais, tanto na qualidade, como na exigência técnica. “A vontade nasceu participando dos grandes eventos outdoor de corrida de aventura, e as diversas provas trail nacionais e algumas internacionais. Assim criamos o plano de negócio e nele já tínhamos mapeado o estado do Espírito Santo de norte a sul, pois trabalhamos com esportes de aventura durante 13 anos”. Dessa forma, a Insanity chegou como vitrine para as montanhas do Espírito Santo, saindo do eixo Rio – São Paulo – Minas, que reúne grande parte das provas mais famosas do país. “Nosso estado é contemplado com diversos locais propícios para as práticas esportivas outdoor. Podemos ir do mar a montanha em menos de 40 min e temos uma geografia privilegiada”, explica.

Além da localização privilegiada, dentro da grande Vitória, o Mestre Álvaro tem todas as características que permitem proporcionar uma verdadeira experiência de Skyrunning. “É um espetáculo à parte, pois se encaixa mais do que perfeitamente nas regras oficiais do ISF Brazil, com uma altimetria acumulada de 3000m + em 30 Km, possui escaladas verticais dentro das regras, grande variação de tipos de terrenos, várias nascentes, três ascensões ininterruptas superiores a 600m, Poucos trechos de muita fluidez,  e um terreno técnico também com trechos travados de raízes, pedras e lama, tanto subindo, como descendo; 99% do percurso é composto por single tracks. É uma verdadeira joia SkyMarathon® nacional”, explica Rangel.

Como diretor técnico da prova, Emílio Sant’Ana reforça essas características e a importância da Insanity para o cenário da modalidade no país. “O Skyrunning se caracteriza por provas genuinamente de montanha e que realizem ascensões rápidas aos cumes. Nesse sentido, a Insanity Mountain vem compor e fortalecer um cenário crescente de provas Skyrunning. Ressaltar essas características valoriza a montanha a sua vivência e preservação, que são uma carência nacional. Ao mesmo tempo, desenvolvemos um esporte duro, que valoriza as qualidades atléticas e a saúde plena. Importante também registrar no cenário nacional a existência da região de montanhas capixabas como oportunidade de esporte, lazer e turismo”, explica.

Para Emílio, a Insanity colabora no cenário do Skyrunning nacional, adicionando mais um centro esportivo nesse ainda restrito mapa e reforçando o conceito de competição com a fórmula “desempenho + predominância de trilhas + cumes”, que é inovadora (apesar de consagrada no exterior) e pode se tornar uma nova expressão de destaque esportivo nacional.

Desafios da organização

Uma prova tão dura, com aspectos tão peculiares, exige grande “jogo de cintura” da organização, para atender às demandas dos atletas em relação ao que é necessário para se disputar uma prova com segurança. Ryan Rangel explica que, para ter tranquilidade na hora que é dada a largada e ter a certeza de que a “engrenagem vá girar certinha”, é preciso planejar exaustivamente e, mesmo sem vastos recursos financeiros, contar com um exército de voluntários e contratados, elaborando-se um verdadeiro plano de guerra para a prova.

“No Mestre Álvaro, o acesso por qualquer lado é complexo e exige muito preparo físico. Para isso, temos a máxima que segurança começa com os staffs. Staff seguro = atleta seguro. Todos os staffs são treinados e sabem onde estão, o que deverão fazer; já simulamos resgate com helicóptero e com a maca e contratamos bombeiros civis treinados em situações de emergência. Não abrimos mão dos equipamentos de segurança dos atletas, elaboramos um Racebook com detalhes do percurso e entregamos o arquivo de tracklog para o atleta, seguimos à risca os horários de cortes, simulamos todas as distâncias, simulamos cortes de trechos de percursos, montamos alguns acampamentos em pontos estratégicos que os staffs pernoitam, instalamos antenas de transmissão para rádios, fazemos cursos e treinamentos de primeiros socorros com os staffs, damos ciência ao corpo de bombeiros, fazemos seguros de todos atletas e staffs, contamos com ambulâncias bem equipadas, inclusive com vacinas para picada de animais peçonhentos e conhecemos cada canto da montanha, dentre muitos outros detalhes”, explica.

Rangel destaca que o interesse maior é na evolução do esporte. “Buscamos fazer provas de qualidade e de um nível técnico elevado; temos viés de assumir riscos, mas que certamente irão contribuir para os brasileiros competirem de igual para igual”, conclui. Com essa fórmula, a Insanity Mountain Mestre Álvaro 2019 reuniu grandes nomes do país. Nessa edição, o recorde do percurso mais longo foi estraçalhado pelo atleta Chico Santos, com o tempo de 05:03:21. No feminino, a campeã foi Lorena Villas, com 07:16:56.

Confira os resultados completos:

33 Km Masculino

Chico Santos – 05:03:21

Weliton Carius – 05:24:53

Orlando Magnago da Silva – 05:34:58

Cesar Henrique Picinin – 05:37:00

Matheus Rosa dos Nascimento – 05:38:31

33 Km Feminino

Lorena Pin L. Villas – 07:16:56

Diana Bellon – 07:46:59

Mariana Monica da Silva – 07:49:24

Rosângela Barbosa Amaral Lima – 08:44:24

Nadjala de O. Richard João – 08:57:12

18 Km Masculino

Gustavo Bernardo Ferreira – 02:31:27

Vanderley da Conceição Gomes – 02:32:00

Guilherme Paulino Scarton – 02:32:44

Gaston Isa – 02:37:55

Rodrigo Coutinho Silveira – 02:54:59

18 Km Feminino

Nubia Oliveira – 03:04:10

Roberta Viana Barina – 03:47:39

Tatian de Paula Pinto – 03:56:48

Renata Pereira do Carmo – 04:09:23

Aleksandra Karolczak – 04:10:03

12 Km Masculino

Deivid dos Santos de Souza – 01:29:10

Luciano Cuzanski Rodrigues – 01:33:26

Ramon Guarezi da Luz – 01:41:36

Rodrigo Ramalhete de Araujo – 01:47:12

Cassiano Godinho – 01:51:40

12 Km Feminino

Leide Laura P. da Silva – 01:47:11

Emanuela Sousa Oliveira – 01:49:05

Micheli Sossai Spadeto – 01:53:10

Dryelle de Souza Santos – 02:02:01

Liliane Fonseca – 02:05:49